Assuntos relacionados ao sexo, como gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, hoje já não ficam ocultos á ninguém.
No mundo moderno da comunicação, onde nas escolas e na tevê têm se falado abertamente sobre o assunto, nenhum adolescente fica sem informação. Em casa, alguns pais afirmam que não falam sobre sexo com seus filhos, pois os professores e a mídia vão se encarregar das dúvidas e curiosidades deles, uma escapatória para quem tem vergonha de falar sobre o assunto. Poucos pais dialogam com seus filhos sobre os cuidados que devem ser tomados ao ter relação sexual com alguém, poucos filhos conseguem conversar abertamente com seus pais, uns por repressão, outros por vergonha. Ainda há um bloqueio muito grande na relação familiar quando o assunto é sexo e suas conseqüências.
Então, a causa para a gravidez precoce, por exemplo, deveria ser dar pela falta de comunicação com os pais e/ou a exclusão social.
Na hora ‘H’ é o máximo, sexo é realmente bom, é necessário e faz parte da vida de qualquer homem ou mulher, porém muitos adolescentes não têm maturidade para praticá-lo com responsabilidade, a maioria quando perde a virgindade muito cedo e começam a ver o sexo apenas como forma de satisfazer os desejos carnais, alguns sem mesmo conhecer a cumplicidade e o respeito que se pode ter entre um casal.
Se os adolescentes começassem sua vida sexual quando tivessem maturidade para compreender a importância e a valorização da vida, se dessem valor ao presente para garantir um futuro saudável e estável, e compreendessem certos problemas sociais como a gravidez fora de hora, que quase sempre se torna prejudicial, com poucos anos os índices diminuiriam radicalmente.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Aprendiz de adulto: uma tarefa difícil
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